São muito raros, atualmente, os acidentes ou complicações de uma anestesia. Com medicamentos, instrumental, novos monitores e técnicas modernas, o anestesiologista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos, mas é claro que eles nunca chegam a zero, uma vez que há fatores de risco algumas vezes imponderáveis ligados não só à anestesia, como à própria operação, às condições hospitalares, à condição clínica do paciente, etc.
Novos monitores, drogas mais seguras e melhor capacitação técnica do profissional vêm reduzindo sistematicamente os riscos anestésicos.
|